És estudante de Direito?

Vê como te podemos ajudar.

A WE HELP. YOU WIN. é um projecto que nasceu com o objetivo de aproximar os alunos de Direito das suas verdadeiras potencialidades.

Para tal presta um conjunto de serviços materializados numa abordagem integrada que visa melhorar todas as componentes do estudante:

  • Explicações temáticas a diversas cadeiras enquadradas num plano de estudo desenhado individualmente para cada aluno;
  • Cursos de preparação para as frequências e exames;
  • Formações sobre metodologia de resolução de casos práticos;
  • Elaboração de planos e métodos de estudo;
  • Simulação de orais;
  • Cursos de formação ao longo do semestre;
  • Mentoria.

Queremos ajudar-te a ganhar!

Não és estudante de Direito?

Não estás a fazer a licenciatura em Direito?

Estás a preparar-te para os exames da Ordem ou do CEJ?

Estás a fazer um mestrado ou pós-graduação?

Precisas de mentoria e ajuda na gestão da tua carreira porque não consegues entrar no mercado?

Ainda não entraste no curso, mas queres saber como vencer em Direito?

Nós ajudamos !

Vamos iniciar o curso Direito a Saber Direito para não licenciados em Direito! Fica atento!

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Explicações Individuais

27,5€ por sessão.

A sessão termina quando os objetivos traçados são cumpridos. Normalmente, 1h.

Descontos para sessões de grupo (máximo de 3 alunos).
20€/aluno – Explicações com dois alunos;
17,5€/aluno – Explicações com três alunos;

Contacta-nos.

Cursos

Cursos temáticos de preparação para as avaliações.

Geralmente ocorrem no final dos semestres.

Os valores são variáveis de acordo com a duração do curso.

Disponibilidade de cursos não temáticos ao longo do semestre, nomeadamente sobre metodologia de resolução de casos práticos e métodos de estudo. Fica também atento aos nossos cursos ao longo do semestre!

Contacta-nos.Descobre as datas.
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Pacotes de Subscrição Mensal

Temos pacotes entre os 24,5€ e os 84,5€ de investimento mensal – e muitos outros que desenhamos especificamente para ti !

Reunião de apresentação do projecto.

Reunião de avaliação.

Elaboração de um relatório de diagnóstico SWOT.

Plano de estudo detalhado.

Contacta-nos.Preçário.

Tiago Mendonça

Fundador do projecto.

Tiago Miguel Mendonça, é licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo concluído o seu Mestrado Científico nessa mesma Faculdade com uma média de 18 (dezoito) valores.

“Largou tudo” e decidiu construir este empreendimento que tem como objectivo contribuir para o sucesso académico dos alunos de direito. Na opinião do Tiago, a “esmagadora maioria dos alunos estão abaixo das suas reais potencialidades em dois ou três valores, porque tomam más decisões estratégicas ao longo do curso”.

O Tiago tem trabalhado com algumas dezenas de alunos, e nota que, por vezes ” os alunos encalham em determinada matéria ou cadeira, não porque estudem pouco, mas porque estudam mal, sem qualquer plano ou metodologia de estudo, ou, simplesmente, porque se limitam a fazer tudo o que os colegas fazem, estudam pelos mesmos manuais, da mesma maneira. Se os alunos são todos diferentes, porque é que a forma de adquirir conhecimentos deveria ser igual para todos? Por vezes, mudamos um detalhe e os alunos começam a render muito mais”.

Além do Direito, o Tiago é também deputado na Assembleia Municipal de Loures e fundou uma associação de voluntariado, a BE THE LINK.
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Ainda tens dúvidas?

Questões gerais.

Eu até estudo, mas os resultados são bastante fracos. Por que me acontece isto?

Estudar é um empreendimento que pode (e deve!) ser dividido em três fases: Planeamento, Execução e Avaliação. Muitos alunos estudam, mas não o fazem com o enquadramento de um plano de estudo nem avaliam esse processo. Chegar a casa, abrir um manual e estudar umas páginas proporciona um grau de aquisição de conhecimentos muitíssimo reduzido quando comparamos com um estudo enquadrado num plano de estudo. Estimamos que, em média, os alunos estão abaixo dois a três valores da sua potencialidade, precisamente porque não planeiam o seu estudo e/ou não tomam as decisões estratégicas corretas ao longo do curso. Mas fica tranquilo: nós ajudamos!

Sinto sempre que não tenho tempo para estudar toda a matéria. Porquê?

Em primeiro lugar, em Direito, não existe, saber toda a matéria. Qualquer empreendimento que vise “saber tudo” é ineficaz. Assim, cumpre projetar um plano de estudo rigoroso que te permita, por um lado, equilibrar o mais eficazmente possível o estudo pelas várias disciplinas e, por outro lado, interessa, isso sim, delimitar bem as matérias suscetíveis de avaliação em cada disciplina tendo uma noção razoável das mesmas. Se planeias uma viagem e não identificas no mapa as atrações que queres visitar, podes andar quilómetros e quilómetros que, só por sorte, vais ver algumas dessas atrações. No estudo é a mesma coisa. Se não tens um plano, um mapa de estudo, “só por sorte” vais ter resultados. Em segundo lugar, provavelmente não estás a escolher o método de estudo mais eficaz para ti. Resumir, por exemplo, pode ser ótimo para um aluno e péssimo para outro. Sobretudo, existem alunos com mais ou menos tempo, pelo que o método tem de ser adaptável. Por último, a bibliografia que o teu colega usa não tem que ser a que tu usas! Uns alunos “entram” muito bem num Manual e outros não. Nós ajudamos-te com isso!

Os meus colegas mais velhos fazem resumos como forma de estudo, eu tentei seguir o mesmo método mas comigo não resulta. O que estou a fazer mal?

Vê o que dissemos na resposta à segunda pergunta desta série. O que resulta para uns, não resulta para outros. Um aluno com muito tempo disponível para estudar, pode, em princípio, fazer autênticas sebentas de compilação entre manuais. Um trabalhador-estudante, exemplificativamente, já terá mais dificuldade com um método desse tipo.

Os meus colegas mais velhos dizem que é impossível ter mais que 14. É assim?

Não. Pelo contrário, um dos problemas para quem tem uma média mais baixa, na abordagem ao mercado de trabalho, é que cada vez existem mais alunos com classificações mais elevadas que ganham as melhores vagas, ficando as sobras, naturalmente, para os piores alunos. Com rotinas de estudo, um método bem definido, um bom enquadramento através de um plano previamente definido é possível ter bem mais que 14.

Chego às frequências muito cansado e os resultados são negativos. Como posso combater isso?

Para quem segue mais atentamente o futebol já ouviu certamente os treinadores dizerem que preparam as equipas para terem picos de forma em certos momentos da época e que é impossível uma equipa estar sempre no topo durante toda a temporada. Aqui é a mesma coisa. Muitos alunos estudam muito pouco durante o período de aulas e depois fazem maratonas nos exames. Isso, para além de, muitas vezes, ser ineficaz, deixa-te completamente desgastado e sem capacidade de enfrentar a época de testes com a frescura necessária. Não faz sentido, se tens três meses para estudares, que concentres tudo nas últimas duas semanas. Pelo contrário, o maior peso do estudo deve ser feito numa fase mais precoce do semestre onde a exigência das aulas é menor. Mais uma vez, o planeamento é fundamental. Outras duas coisas: em primeiro lugar, já deves ter reparado que custa sempre imenso retomar o estudo após as férias, isso tem que ver com o facto, de estares num modo “pausa” durante muito tempo. Não podes passar de zero horas de estudo para 50 horas semanais. Deve existir um progresso paulatino, com um incremento de horas progressivo que te permita teres o teu pico, falando do primeiro semestre, lá para Novembro. Se estás dois meses sem estudar, na época de exames vais demorar o triplo a descolar. Em segundo lugar, se tens um exame à terça e outro à quinta, é quase imperativo que no dia em que tens o exame não estudes. Mal ou bem, tu tens um pico de adrenalina no momento do exame e o teu corpo precisa sempre de relaxar nas horas a seguir, pelo que nesse dia nada de estudo. Mais vale um dia de estudo, do que um e meio de “simulacro de estudo”.

As melhorias são realmente importantes?

São determinantes. Muito dificilmente um aluno obterá uma média final de curso alta sem que marque presença com elevada frequência nestas provas. Além disso, todos os momentos de avaliação são importantes para demonstrar conhecimentos e representam uma nova oportunidade para incrementar as classificações. Não existe nenhuma razão lógica para se prescindir dessa oportunidade de alcançar uma nota mais elevada em determinada cadeira e, no final do curso, uma décima a mais ou a menos podem fazer toda a diferença. Por outro lado, as melhorias permitem ainda ganhar experiência em prestação de provas orais o que, mediatamente, contribui também para o sucesso nas orais obrigatórias.

É mesmo preciso ir as teóricas?

As aulas plenárias podem ser indispensáveis numa estratégia de sucesso desenhada pelo aluno. Nos casos em que existe coincidência programática, as aulas teóricas permitem o esclarecimento de um conjunto de matérias que são depois essenciais na resolução dos casos em sede de aulas práticas e, por outro lado, contribuem para aliviar a necessidade de estudo ou, pelo menos, para maximizar a utilidade desse estudo, na medida em que, ou se vai para as aulas teóricas (preferencialmente) com um conhecimento da matéria a ser dada, fruto do estudo prévio, facilitando assim a compreensão das referidas aulas, ou, no caso das aulas teóricas precederem o estudo existe benefício pelo facto das matérias já terem sido apresentadas nas referidas aulas plenárias. No caso de não coincidência das aulas plenárias com a matéria dada nas aulas práticas, a importância de uma assiduidade plena é, obviamente, redobrada.

Erasmus é boa ideia?

Erasmus é uma experiência única na vida e que deve ser perspetivada à margem do curso, ou seja, vale enquanto um momento fantástico da vida de um jovem, não enquanto ferramenta de alavancagem das skills técnicas valorizáveis no contexto do curso. No entanto, essa experiência começa a ser mais valorizada no mercado de trabalho, porque revela uma capacidade de sair da zona de conforto que é hoje muito valorizada. Contudo, num curso como Direito, é muito complicado conseguirem-se equivalências, pelo que tal experiência poderá representar o chumbo de um ano e, em certas faculdades onde existem bonificações, como é o caso da Clássica, esta opção pode acarretar uma negatividade assinalável, pelo que, pesando os prós e os contras talvez a resposta seja negativa. Já nos parece ser uma ideia melhor, um mestrado no estrangeiro ou, uma outra experiência (curso de línguas, por exemplo) no estrangeiro, o que permite conservar, em certa medida, a experiência pessoal trazida por um empreendimento desse tipo com a sinalização para o mercado da tal capacidade de sair da zona de conforto, simplesmente, de forma mais harmonizada e equilibrada com a exigência do plano de curso em Direito.

Direito ainda é um curso “com saída”?

Achamos que é um erro as pessoas ficarem “agrafadas” a uma área, quer dizer, quem obtém a licenciatura em Direito, só poderia ser advogado ou magistrado. O curso deve representar, isso sim, uma oportunidade para adquirir conhecimentos e melhorar skills que nos serão úteis para no futuro sermos capazes de gerar a nossa independência financeira, autonomamente do contexto ou da atividade profissional. A abrangência de um curso com o de Direito, onde aprendemos noções de Direito (em sentido mais estrito), de Economia, Finanças, Relações Internacionais, Ciência Política ou História, é um ótimo pronuncio sobre as oportunidades que vamos ter no futuro. Por outro lado, no comparativo com outros cursos, e pensando nas saídas mais tradicionais, continua a ser dos cursos que oferece maiores hipóteses de integração no mercado “típico” de trabalho.

Como é que posso ter atividades que enriqueçam o curriculum se mal tenho tempo para estudar?

Mais uma vez, é fulcral existir um plano semanal que, necessariamente, contemple momentos de estudo com momento de enriquecimento curricular e, claro, com momentos de puro lazer. O segredo é sermos “donos da nossa agenda”. Se, o meu pico de estudo, acontece nas quartas e nas quintas à tarde, então terei que recusar atividades de lazer ou enriquecimento curricular nesses momentos ou, por exemplo, se sei que o fim-de-semana é onde concentro mais tempo de estudo, talvez não seja boa ideia uma “saída” na sexta-feira que provavelmente arruinará todo o fim-de-semana. No entanto, se, por exemplo, tenho aulas das 10h as 17h, a uma segunda-feira, sei que vai ser indesejável estudar, pelo menos, antes de jantar, fruto do cansaço acumulado nesse dia, pelo que será adequado remeter para aí, por exemplo, uma atividade de lazer.

Explicações Individuais.

Têm explicações a todas as cadeiras?

Não podemos garantir que, em todos os momentos, conseguimos conceder explicações a qualquer cadeira, mas sempre que o plano for requisitado com antecedência, ainda que essas cadeiras não sejam diretamente ministradas por nós, encetaremos todos os esforços para, dentro da nossa rede de contactos relativa a explicadores credenciados nessa disciplina, encontrarmos uma boa solução para ti. No entanto, a nossa rede atual, cobre já um leque considerável de cadeiras. A antecedência do pedido é fundamental, seja para garantir um horário que assegure um máximo de compatibilidade seja para garantir a efetivação da própria explicação.

Qual é o investimento que tenho de fazer para ter uma explicação individual?

O valor unitário por sessão é de 25€. No entanto, em planos de explicações longos, é aplicada uma fórmula regressiva em que o valor unitário por explicação é consideravelmente mais baixo.

Posso partilhar uma explicação?

Sim, são possíveis explicações grupais, tendencialmente até um máximo de três alunos. Nesse caso o valor unitário a ser pago por cada um é significativamente mais baixo. Uma explicação partilhada por dois alunos tem o investimento unitário de 35€ (17,5€ por aluno) e uma explicação partilhada por três alunos tem o investimento unitário de 45€ (15€ por aluno). No caso de planos mais longos, será aplicada a mesma fórmula regressiva em que o valor unitário desce perante um aumento do número de explicações contratadas.

As explicações são em que horário e local?

As explicações decorrem num espaço próprio para o efeito na zona de Entrecampos – o mapa será enviado ao aluno no momento da marcação da primeira reunião presencial. A zona é excecionalmente servida por transportes (autocarros e metro de Entrecampos a 3 minutos a pé), tem parque de estacionamento público e ainda zona de estacionamento verde nas redondezas. Além disso, é ainda possível, para os alunos da Clássica, deslocarem-se a pé, não sendo o percurso superior a 10 minutos.

Relativamente ao horário, as explicações são sempre marcadas compatibilizando a disponibilidade dos alunos com a agenda do explicador, sendo que, naturalmente, quanto maior é antecedência de marcação mais possibilidades de calendarização existem. Nos planos mais longos, é possível agendar todas as explicações do plano para dessa forma se garantir sempre a maior comodidade do aluno.

Tenho um pacote de subscrição mensal. Tenho desconto nas explicações?

No caso de o aluno ter subscrito um pacote “Plus”, o desconto está implícito na própria oferta. Por exemplo, quem subscreve um Pacote Premium Plus, cujo valor de investimento é de 100€, está, no fundo a pagar quatro explicações por mês, sendo-lhe oferecido o acompanhamento de Gestão de Carreiras & Mentoring gratuitamente, tendo em consideração que o valor unitário de cada sessão é de 25€. Nos outros casos, sempre que se pretender um plano de explicações curto (até 4) o mais rentável para o aluno será sempre, nesse mês, fazer um upgrade ao seu pacote de subscrição mensal para uma das opções “plus” que permitem assim o maior desconto possível. Nos casos em que um aluno queira esporadicamente uma explicação, a mesma poderá ser, no enquadramento do plano subscrito, alvo de algum desconto ou facilidade, mas dependerá sempre do caso em concreto.

Com que antecedência devo marcar o meu plano de explicações?

Quanto maior for a antecedência maior é a probabilidade de conseguires aceder a um horário que seja compatível com a tua agenda, em especial, nos planos mais longos, isso torna-se absolutamente nuclear. Por outro lado, não existe nenhuma razão para esperares por esses momentos para fazeres a tua inscrição, na medida em que, quanto mais cedo tiveres esse apoio, melhor preparado ficas para as provas de avaliação, sobrando ainda tempo para qualquer ajuste ou revisão mais próximo dos exames. Além disso, podes sempre marcar o teu plano, com antecedência, para uma data próxima dos exames.

Quanto tempo demora uma explicação?

Nas nossas explicações não existe um “alarme” que toca quando se esgota uma hora. Daí falarmos em investimentos por sessão e não por hora. Todas as nossas explicações têm um conjunto de objetivos prévios que são apresentados e consensualizados com o aluno no momento em que a explicação é subscrita, sendo que, apenas com a conclusão desses objetivos a explicação será terminada. Claro que a programação desses objetivos deve ser o mais realista possível, sabendo-se que a capacidade de concentração dos alunos, a partir de determinada altura, cai para níveis muito baixos. Por outro lado, nos casos em que seja útil juntar duas explicações no mesmo dia (uma imediatamente a seguir à outra) por exemplo porque é desejável um enquadramento teórico antes da resolução de hipóteses práticas, as duas unidades devem contemplar um período de pausa precisamente para se garantir os referidos índices de concentração.

Cursos.

Existem vários cursos ao longo do ano? E várias edições?

Existem diversos cursos ao longo do ano letivo, sendo que os mesmos são programados para diferentes momentos dos semestres, por exemplo, os cursos de preparação para as frequências, exames ou testes de recurso, são calendarizados para um momento mais próximo dessas unidades de avaliação, da mesma forma que os curso de preparação para as provas orais são remetidos para um segmento temporal mais próximo dessas avaliações. Cursos mais transversais, por exemplo, relativos a método de estudo ou resolução de casos práticos são agendados para meses tendencialmente sem avaliações finais a decorrer. Quanto à existência de várias edições será sempre variável, tendo em consideração, por um lado, o número de inscrições (que pode apelar à realização de mais ou menos edições de um tipo de curso) e da agenda genérica relativa a este tipo de eventos, pelo que, o mais seguro, será sempre reservar com antecedência a presença nas primeiras (e eventualmente únicas) edições de cada curso.

Como funciona o pagamento?

A forma de pagamento é sempre indicada no momento da pré-inscrição do curso. No entanto, a regra geral, é a do pagamento faseado em duas prestações, sendo que uma primeira parte do investimento é feita no momento da confirmação da inscrição e, a segunda parte, no início ou no fim do curso em causa.

Onde decorrem os cursos?

Os cursos decorrem num espaço próprio para o efeito na zona de Entrecampos – o mapa será enviado ao aluno no momento da marcação da primeira reunião presencial. A zona é excecionalmente servida por transportes (autocarros e metro de Entrecampos a 3 minutos a pé), tem parque de estacionamento público e ainda zona de estacionamento verde nas redondezas. Além disso, é ainda possível, para os alunos da Clássica, deslocarem-se a pé, não sendo o percurso superior a 10 minutos.

Pode acontecer, ser necessário arrendar um outro espaço, por exemplo, se fizer sentido num determinado curso que o mesmo seja aberto a um conjunto muito alargado de alunos (será o caso de cursos continuados sobre determinado tema, do tipo expositivo, em que é possível a existência de turmas relativamente grandes – acima de 10 alunos). No entanto, a esmagadora maioria dos cursos, são concebidos para números pequenos de alunos (entre 3 e 7) tendo em vista garantir-se a intensidade individual necessária.

Quais são os horários em que são ministrados os cursos?

Os cursos são equacionados na perspetiva de permitir a participação de todo o tipo de alunos. Dessa forma, alguns, serão realizados ao fim-de-semana para permitir a participação indiscriminada de qualquer aluno, por natureza, os cursos de preparação temática. Os cursos mais transversais (resolução de casos práticos, métodos de estudo, etc.) podem ser desdobrados em duas turmas, uma de manhã e uma à tarde, em dias úteis, da mesma forma que, exemplificativamente, cursos pensados para trabalhadores-estudantes terão em consideração a necessidade de realização a um fim-de-semana.

Os cursos de preparação para os testes são a todas as cadeiras?

Não. São para um número limitado de cadeiras, relativamente às quais nos parece ter maior utilidade a existência desse tipo de cursos que assumem uma natureza predominantemente prática. As cadeiras específicas sobre as quais incidirão esses cursos serão sempre divulgadas na nossa página de Facebook, sendo importante, que a possas seguir de forma tão assídua quanto possível para garantires sempre a tua vaga.

Tenho um pacote de subscrição mensal. Tenho descontos nos eventos?

Sim, os pacotes de subscrição mensal dão desconto nos eventos organizados, sendo que, naturalmente, esse desconto é mais elevado nos casos de pacotes de subscrição com valor de investimento mais alto. Nos planos de explicações longos, poderá, igualmente, ser incluído algum desconto nesses mesmos eventos, dentro do acerto individual que é feito com cada aluno.

Onde são divulgados os cursos e sua calendarização?

Sempre na nossa página do Facebook.

Pacotes de Subscrição Mensal.

Os pacotes de subscrição mensal são mais aconselhados em que ano da licenciatura?

A ideia associada aos pacotes de subscrição mensal está conexa com um acompanhamento transversal ao longo do curso que permita ao aluno, através de uma assessoria de gestão de carreira tomar as melhores decisões estratégicas e, dessa forma, aproximar-se das suas potencialidades e firmar classificações mais elevadas. Em segundo lugar, estes pacotes de gestão de carreiras estão igualmente pensados para a progressiva valorização curricular do aluno e, nesse enquadramento, para uma interação com o mercado de trabalho mais eficaz. Assim, consideramos que estes pacotes de subscrição mensal devem ser subscritos o mais cedo possível para que os seus efeitos sejam maximamente significativos, no entanto, a experiência diz-nos que parte dos efeitos gerados com estes pacotes de subscrição são sentidos logo no curto prazo pelo que se aponta como racional a subscrição mesmo nos derradeiros anos do curso de Direito.

Os planos têm algum período de fidelização mínimo?

Não, o aluno pode a qualquer momento abandonar ou suspender o seu plano de subscrição mensal. No entanto, reafirma-se que a maximização dos efeitos projetados por estes planos assenta numa ideia de transversalidade de apoio ao longo do curso, sendo que a assessoria em causa tem objetivos diversos que são trabalhados em diferentes momentos do curso.

É possível fazer upgrade ou downgrade do pacote durante o ano letivo?

Sim, é sempre possível fazer um upgrade ou downgrade do pacote de subscrição mensal, bem como acrescentar ao pacote explicações temáticas individuais ou a participação em mini cursos, inclusivamente com descontos associados ao facto de se ter um pacote subscrito.

Já tenho uma excelente média. Qual é a utilidade que posso retirar dos vossos planos?

Os nossos planos são aplicáveis a pessoas com objetivos muito diferentes, disponibilidades diversas e, bem assim, pontos de partida distintos. Os nossos pacotes de subscrição não visam ajudar alunos a atingirem determinada média ou a obter classificações positivas, mas antes, a aproximar os alunos das suas verdadeiras potencialidades. Um aluno de 12 pode estar tão ou mais distante das suas potencialidades relativamente a um aluno de 15. Por outro lado, o tipo de trabalho que desenvolvemos é adequado a cada aluno, por exemplo, um aluno com excelentes notas poderá ter como objetivo, exemplificativamente, um apoio mais específico no momento das orais de melhoria ou na indicação e acompanhamento da participação em cursos intensivos ou, ainda, na valorização curricular (extra-Direito) numa perspetiva de interação com o mercado de trabalho.

Os vossos pacotes garantem-me boas notas?

O que garante boas notas é um estudo sério, rigoroso e enquadrado por um bom plano de estudo, bem como a assiduidade e participação nas aulas. O teu sucesso depende, sempre, essencialmente de ti. Mas nós podemos ajudar. Desde logo com a elaboração de um plano de estudo e sua permanente monitorização, bem como no desenhar de um método de estudo eficaz que contribua para maximizares o teu potencial e obteres as notas que estão ao teu alcance. O que podemos garantir é que connosco vais ficar com toda a certeza mais próximo do teu potencial, agora, obviamente existem alunos com capacidades para determinada classificação e outros que não conseguem atingir esse patamar. Sempre que nos ligam ou mandam mensagem a agradecer pelo que fizemos, por exemplo, quando obtém uma classificação a uma cadeira que andavam há tempos para fazer, respondemos invariavelmente que o mérito é do aluno. Nós ajudamos, mas és tu quem vence!

O que é e para que serve o relatório de diagnóstico?

Para sabermos para onde vamos temos de saber onde estamos, ou melhor, onde é que tu estás. A reunião de diagnóstico serve, essencialmente, para te ficar a conhecer melhor enquanto pessoa e enquanto aluno de Direito e, com base nessa avaliação, podemos desenhar um relatório de diagnóstico que essencialmente aplica a conhecida técnica da “Análise SWOT” à tua pessoa, permitindo a identificação das tuas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats). Com base nesse relatório poderemos, mais eficazmente, projetar um plano de estudo completamente individualizado e, portanto, mais eficaz, tendo em conta, precisamente, os teus pontos mais fortes e mais fracos.

O que significa uma “second opinion” sobre os trabalhos escritos?

Depois de preparares o teu trabalho escrito, por exemplo, referente a uma cadeira optativa ou, noutro exemplo, conexo com uma prova de melhoria de nota, poderás contar com a nossa opinião materializada em sugestões de melhoramento, identificação de alguns potenciais erros, indicação de linhas de raciocínio paralelas, bibliografia que permita a consolidação de determinada ideia, diferentes formas de estruturação do texto, numa ideia, uma “segunda opinião” que permita a melhoria do trabalho que desenvolveste.

As reuniões presenciais consistem em quê?

Cada plano de subscrição é altamente individualizado, o quer dizer, que as reuniões presenciais podem ser muito diferentes de aluno para aluno. Nunca há uma reunião igual. No entanto, no essencial, servem para a monitorização do cumprimento do plano de estudo e ajustamentos que devam ser feitos tendo em consideração o normal desenvolvimento das diferentes cadeiras e do próprio ano letivo. Essas reuniões são ainda importantes para a clarificação de dúvidas relativas a qualquer decisão estratégica com que o aluno se defronte ao longo do semestre e para a materialização de todos os itens elencados na demonstração dos diversos pacotes de gestão de carreira e mentoring que publicámos neste sítio (second opinion de trabalhos, indicação de bibliografia, etc). Por vezes, são utilizadas essas reuniões para o melhoramento de skills específicas do aluno, por exemplo, reuniões sobre métodos de estudo, resolução de casos práticos, preparação de melhorias, valorização curricular, etc.

Para que serve o aconselhamento de bibliografia? Não é suposto seguirmos o mesmo manual?

Esse é, precisamente, um dos erros mais comuns dos estudantes de Direito. Em primeiro lugar, o aprofundamento dos conhecimentos a determinada cadeira obriga, não raras vezes, a um estudo por diversos manuais, preferencialmente, tendo em atenção a profundidade dada a certos temas da matéria. Torna-se, portanto, imperativo, discernir que matérias devem ser estudadas por uma obra e aqueloutras que devem ser estudadas através de outro elemento. Por esse motivo, e tendo também em conta as normais divergências doutrinárias existentes, é fundamental a contemplação de mais do que um elemento de estudo a cada cadeira. Ora, a lista bibliográfica indicada é sempre imensa, pelo que se torna fundamental a tomada de opções racional tendo em vista a incrementação das classificações a obter. Depois, existem manuais que “pegam” com um aluno e outros que não, e isso pode acontecer por diversos fatores: Uns manuais são mais sucintos que outros, pelo que, necessariamente serão mais ou menos propícios consoante o aluno disponha de maior ou menor tempo de estudo (por exemplo, se é ou não trabalhador-estudante). Por outro lado, existe um certo tipo de “linguagem” que é mais ou menos percetível para um ou para outro aluno. Enfim, existem várias condicionantes que fazem com que seja bem diferente estudar por um ou por outro manual. Aliás, não seria de esperar, que o mesmo texto, fosse igualmente apreendido por dezenas de alunos. A experiência diz-nos que uma escolha bibliográfica acertada é absolutamente determinante para o grau de sucesso obtido em determinada cadeira.

Como funciona o pagamento?

O pagamento dos pacotes é feito até ao final do mês em que foram prestados os serviços subscritos pelo aluno. O método pode ser a entrega em numerário ou a transferência bancária e será sempre disponibilizado ao aluno um recibo para efeitos de dedução fiscal.

Onde decorrem as reuniões?

As reuniões decorrem, em regra, num espaço próprio para o efeito na zona de Entrecampos – o mapa será enviado ao aluno no momento da marcação da primeira reunião presencial. A zona é excecionalmente servida por transportes (autocarros e metro de Entrecampos a 3 minutos a pé), tem parque de estacionamento público e ainda zona de estacionamento verde nas redondezas. Além disso, é ainda possível, para os alunos da Clássica, deslocarem-se a pé, não sendo o percurso superior a 10 minutos.

Quais são os horários disponíveis para marcar uma reunião?

Procuramos sempre adaptar os horários à disponibilidade dos alunos, tendo em consideração que os horários são, em regra, muito díspares. Nesse sentido, não existe propriamente um horário pré-definido, sendo, inclusivamente possível marcar uma reunião em horário “pós-laboral” e/ou ao fim-de-semana. Existe sempre um esforço de marcar as reuniões com a devida antecedência – normalmente na primeira reunião do mês marcam-se todas as reuniões desse mês – para garantir que o aluno tem sempre acesso aos horários da sua conveniência não ficando refém de outras marcações previamente agendadas.

Quanto tempo demora uma reunião?

As reuniões demoram o tempo que for preciso! É esse o nosso lema. Nós programamos, seja as reuniões seja as explicações em função de um conjunto de objetivos pré-definidos com o aluno e não em função do tempo, quer dizer, não existe um alarme que toca e acaba a sessão. O fundamental é o aluno sair com todas as suas dúvidas esclarecidas e com os objetivos cumpridos. No entanto, em média, as nossas sessões têm a duração de 60 minutos, sendo que já aconteceu chegarem aos 90 e, também já sucedeu, não serem esgotados os 60 minutos.

Os pacotes plus têm explicações temáticas incluídas. Posso escolher uma explicação de qualquer cadeira?

O nosso compromisso é com a excelência pelo que apenas ministramos explicações nas cadeiras que sentimos que podemos fazer a diferença de forma inequívoca, quer dizer, não aceitamos fornecer sessões temáticas em que apenas podemos dar uma “ajudinha”. Temos de fazer a diferença! No entanto, o aluno, no momento de subscrever o pacote sabe imediatamente que cadeiras estão incluídas no pacote, precisamente para poder tomar uma opção totalmente informada. Por outro lado, a nossa área de cobertura é praticamente de 100% na medida em que, sempre que não conseguimos, de forma imediata, conceder a explicação, convidamos alguém da nossa rede de recrutamento externa, devidamente creditada pela WE HELP. YOU WIN. para conceder uma ou mais explicações em determinada cadeira cujos conhecimentos sejam particular e inequivocamente sólidos. É mesmo assim: Preferimos perder o investimento financeiro do aluno, mas coloca-lo em contacto com alguém que domina a 100% a matéria em causa, do que ficar com esse investimento e dar apenas uma ajudinha. Estamos cá para te ajudar a vencer, e isso é o nosso valor primordial e a nossa responsabilidade máxima.

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  • Rua do Centro Cultural, n.º5, 1.º Andar, Gabinete 9, 1700-106, Alvalade, Lisboa

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